Mente e coração. Fatores psicossociais de risco cardiovascular.
DOI:
https://doi.org/10.35954/SM2005.27.1.6Palavras-chave:
Doenças cardiovasculares; Psicologia.Resumo
A pesquisa sistemática sobre a relação entre o coração e a mente começou no final dos anos 50 com o trabalho pioneiro de Meyer Friedman e Ray Rosenman, dois cardiologistas de São Francisco que cunharam o termo Padrão de Comportamento Tipo A (PCTA). Desde então, uma grande quantidade de pesquisas tem sido gerada entre fatores psicossociais e doenças cardiovasculares (DCV). Os fatores mais importantes estudados são: a) PCTA, b) raiva e hostilidade, c) estresse psicológico, d) pressão de trabalho, e) esgotamento da vida, f) isolamento social e falta de apoio, g) depressão, h) ansiedade, i) negação cardíaca. A avaliação de risco envolve um grupo de fatores psicossociais que aumentam a vulnerabilidade ao desenvolvimento da DCV. Estes fatores incluem predisposições individuais, como a reatividade ao estresse, assim como características do ambiente social e físico.(3a) Nesta breve revisão destacaremos da literatura científica a ligação entre estes fatores e a DCV, seguida de conclusões sobre a validade destas relações no campo ativo e próspero da psicologia cardíaca (1).
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